Empresária Beatriz Strensk, presidente do Conselho do Jovem Empreendedor de Marechal Cândido Rondon.

A entrevista foi conduzida pelo jornalista Harto Viteck, colaborador da Rádio Difusora do Paraná, de Marechal Cândido Rondon) e coordenador do Projeto Memória Rondonense-Oeste Paranaense.

A interlocução foi produzida para o quadro “A Personalidade da Semana” da emissora e para a seção de “Entrevistas” do projeto referenciado.

A conversa com a entrevistada se ateve, entre outras abordagens, a seguinte pauta:

  1. Beatriz, qual foi o ponto de virada na sua carreira que a motivou a assumir uma posição de liderança no movimento associativista e no Cojem?
  2. Como você equilibra a sua atuação profissional e empresarial com as demandas e responsabilidades da presidência do Conselho?
  3. Para quem está começando agora, qual você considera o maior desafio para o jovem que decide empreender em Marechal Cândido Rondon?
  4. Quais foram as principais lições de gestão e resiliência que você aprendeu ao longo do seu percurso no empreendedorismo?
  5. Quais são as grandes prioridades e metas da sua gestão no Cojem para este mandato?
  6. Quais são as grandes ações e iniciativas que marcam a atuação do  Cojem ao longo de sua história?
  7. Qual é a importância do Cojem para sociedade?
  8.  Como o Conselho pretende ampliar o alcance dessas iniciativas?
  9. De que forma o Cojem atua no desenvolvimento contínuo dos próprios conselheiros e associados em termos de capacitação e networking?
  10. Como é o trabalho de integração entre o Cojem e a diretoria principal da Acimacar? Qual é o peso da voz dos jovens nas decisões institucionais da entidade?
  11. Como você avalia a vocação de Marechal Cândido Rondon para novos negócios e a retenção de talentos jovens na cidade?
  12. O agronegócio e o comércio são motores fortes no município. De que forma a jovem liderança pode introduzir mais inovação e tecnologia nesses setores tradicionais?
  13. Qual é o papel da cooperação e das parcerias estratégicas (com universidades, cooperativas e entidades de classe) para o fortalecimento do ecossistema local?
  14. Diante de transformações econômicas nacionais, como a Reforma Tributária, de que forma o Cojem ajuda o jovem empresário rondonense a se adaptar e se preparar?
  15. Como você analisa a presença e o fortalecimento das mulheres em cargos de liderança no ecossistema empresarial rondonense?
  16. Como o Cojem se conecta com a rede regional (como a Caciopar Jovem) e estadual (Faciap Jovem) para trazer referências de fora para o próprio Conselho e  a cidade? 
  17. Quais são as principais tendências de mercado que o jovem empreendedor rondonense precisa acompanhar de perto nos próximos anos?
  18. Se você pudesse indicar um único conselho prático para quem quer tirar uma ideia do papel hoje em Marechal, qual seria?
  19. Que legado você e sua diretoria pretendem deixar para os próximos ciclos e gestões do Cojem?
  20. Como você enxerga Marechal Cândido Rondon daqui a 10 anos sob a perspectiva do empreendedorismo e da inovação?