A entrevista foi realizada pelo jornalista Harto Viteck, colaborador da Rádio Difusora do Paraná e coordenador do Projeto Memória Rondonense, para o quadro “A Personalidade da Semana” da emissora referenciada e para o acervo de entrevistas do projeto enunciado.
A Rádio Difusora do Paraná levou a entrevista ao ar no dia 26 de junho de 2024 e a reprisou no dia seguinte.
A entrevista abordou, entre outros temas, a seguinte pauta:
1. Sr. William! O senhor é bom mineiro até onde sei, nascido numa cidade de um nome um tanto esquisito e até difícil de pronunciar, mas produz queijos pra lá de especial. Como é o nome desta cidade?
2. Por que deste nome?
3. A sua família, lá em Minas Gerais, tradicionalmente ligada à produção de leite e derivados?
4. Com nasceu sua paixão profissional pela área de laticínios e sua especialização?
5. Como o senhor veio e por que ao Paraná?
6. E porque a Marechal Cândido Rondon?
7. Como se deu e quando a origem da Sooro. E porque do nome de Sooro?
8. O senhor inventou o processo de reaproveitamento do soro do leite, ou já existia tecnologia para isso? Na época se ouvia que todo o soro do leite era descartado e tinha uma ação poluidora muito forte. De repente, vem a notícia: em Marechal Cândido Rondon tem uma empresa que vai processar o soro do leite, fazer o aproveitamento para fins alimentícios?
9. Existia, na época, equipamento para realizar este processamento ou muitas coisas teve que ser criada?
10. Qual foi o 1º produto que saiu da linha de produção da Sooro?
11. E hoje são quantos produtos?
12. Recentemente, o senhor deixou de ser o Ceo da Sooro. O senhor viu que tinha chegada a hora de passar o comando?
13. Se fosse para começar tudo novamente, o senhor e sua esposa Ismeria, teriam a mesma coragem e disposição que tiveram há quase três décadas atrás?
14. Com toda a sua vasta experiência, que conselhos senhor daria para um jovem ou alguém que queira empreender em algo novo?