Casal rondonense Maria e Celso Weber: migração para a Europa, choque cultural, colocação profissional

A entrevista foi conduzida pelo jornalista Harto Viteck, colaborador da Rádio Difusora do Paraná e coordenador do Projeto Memória Rondonense – Oeste Paranaense.

A emissora levou o bate papo ao ar nos dias 25 e 26 de julho.

Pontos principais da entrevista:

  • Origens e vivências em Marechal Cândido Rondon?
  • Alfredo Felder e Mario Emílo Francheschetto formar sociedade para exploração de erva-mate?
  • O que motivou vocês a deixarem Marechal Cândido Rondon para morar na Áustria? Foi uma oportunidade profissional ou foi o que?
  • Qual foi a primeira grande “crise de choque cultural” que vocês viveram assim que desembarcaram na Áustria?
  • Em que foram trabalhar, onde foram morar e como morar?
  • Sendo Marechal uma cidade com forte colonização germânica, vocês acharam que isso facilitaria a adaptação? A cultura austríaca era muito diferente do que vocês imaginavam?
  • Como foi o processo com o idioma? Vocês já falavam o alemão (ou o dialeto da nossa região) e, se sim, como foi lidar com o sotaque e o dialeto austríaco?
  • Quais foram os maiores desafios para estabelecer uma rotina diária e profissional em um país europeu tão tradicional?
  • Como era o relacionamento com os austríacos no dia a dia? É verdade que eles são mais reservados ou vocês conseguiram criar um círculo de amigos próximos?
  • Do que vocês sentiam mais falta de Marechal Cândido Rondon enquanto moravam lá?
  • Por outro lado, qual hábito ou costume austríaco vocês adotaram e trouxeram para a vida de vocês definitiva?
  • A culinária austríaca é famosa por pratos como o Schnitzel e o Apfelstrudel. Como foi a adaptação ao paladar local? Vocês costumavam cozinhar comida brasileira por lá?
  • Como o inverno rigoroso e a neve da Áustria mudaram a dinâmica de vida de vocês, acostumados com o clima do Paraná?
  • Vocês chegaram a encontrar outros brasileiros ou até mesmo outros rondonenses/paranaenses morando na Áustria durante esse tempo?
  • Como é visto o Brasil pelos austríacos com quem vocês conviviam?
  • Depois de vários anos moradia na Áustria, o que pesou mais na decisão de arrumar as malas e voltar a morar em Marechal?
  • Foi difícil o processo de “readaptação” (se acostumar novamente com o ritmo e os costumes de Marechal e Brasil)?
  • Hoje, olhando para trás, como vocês acham que a experiência na Áustria transformou o casamento e a visão de mundo de vocês?
  • Se vocês pudessem resumir a Áustria em uma palavra e Marechal Cândido Rondon em outra, quais seriam?