Acontecimentos históricos do dia 25 de Maio

1920 — Nasce a pioneira rondonense Ingrun Klagges, esposa do Doutor Friederich Ruppprecht Seyboth, na cidade de Wilster, na Alemanha (...)

|| Pioneira rondonense Ingrun Klagges Seyboth em sua juventude na Alemanha, em fotografia de 1939, ela nascida em maio de 1920.
Imagem: Acervo da Família Seyboth
|| Pioneira rondonense Ingrun Klagges Seyboth em sua juventude na Alemanha, em fotografia de 1939, ela nascida em maio de 1920.
Imagem: Acervo da Família Seyboth
|| Otto Ricardo Schmidt, 3º da esquerda à direita, na companhia do religioso Ângelo Bortolini (e) Egon Pudell e Willy Barth (d). Schmidt elaborou o primeiro mapa da colonização da Fazenda Britânia, em 1949.
Imagem: Acervo Museu Histórico Willy Barth, de Toledo (PR) - FOTO 2 -
|| Otto Ricardo Schmidt, 3º da esquerda à direita, na companhia do religioso Ângelo Bortolini (e) Egon Pudell e Willy Barth (d). Schmidt elaborou o primeiro mapa da colonização da Fazenda Britânia, em 1949.
Imagem: Acervo Museu Histórico Willy Barth, de Toledo (PR) - FOTO 2 -
|| Lei municipal nº 106/1964, que aprovou o projeto da Praça Willy Barth, na sede municipal de Marechal Cândido Rondon. 
Imagem: Arquivo PM-MCR - FOTO 3 -
|| Lei municipal nº 106/1964, que aprovou o projeto da Praça Willy Barth, na sede municipal de Marechal Cândido Rondon.
Imagem: Arquivo PM-MCR - FOTO 3 -
|| Casal Leonel Sander e Herta Müller no dia de seu casamento, em maio de 1942. 
Imagem: Acervo Remi e Lidia Agnes Glitz - FOTO 4 -
|| Casal Leonel Sander e Herta Müller no dia de seu casamento, em maio de 1942.
Imagem: Acervo Remi e Lidia Agnes Glitz - FOTO 4 -
|| A residência  vistosa que pertenceu ao casal Leonel e Herta Sander, na chácara em Marechal Cândido Rondon. 
Imagem: Acervo Remi e Lídia Agnes Sander - FOTO 5 -
|| A residência vistosa que pertenceu ao casal Leonel e Herta Sander, na chácara em Marechal Cândido Rondon.
Imagem: Acervo Remi e Lídia Agnes Sander - FOTO 5 -
|| Casal Leonel e Herta Sander com os filhos em frente a sua residência, em fotografia de 1965. 
Imagem: Acervo Remi e Lídia Agnes . - FOTO 6 -
|| Casal Leonel e Herta Sander com os filhos em frente a sua residência, em fotografia de 1965.
Imagem: Acervo Remi e Lídia Agnes . - FOTO 6 -
|| Agnes Christine von Blücher de carroça na Rua Santa Catarina, depois de deixar o Moinho Henke. O casal von Blücher tinha uma propriedade rural em Esquina Guaíra, Marechal Cândido Rondon. Ela é falecida em maio de 1976.
Imagem: Acervo Família Seyboth - FOTO 7 -
|| Agnes Christine von Blücher de carroça na Rua Santa Catarina, depois de deixar o Moinho Henke. O casal von Blücher tinha uma propriedade rural em Esquina Guaíra, Marechal Cândido Rondon. Ela é falecida em maio de 1976.
Imagem: Acervo Família Seyboth - FOTO 7 -
|| João Elizio Ferraz de Campos e esposa, ele visitou Marechal Rondon como secretário estadual da Administração, em maio de 1977. 
Imagem: Acervo Gazeta do Povo - FOTO 8 -
|| João Elizio Ferraz de Campos e esposa, ele visitou Marechal Rondon como secretário estadual da Administração, em maio de 1977.
Imagem: Acervo Gazeta do Povo - FOTO 8 -
|| Pioneira Alzira (nascida Diemer) Saatkamp com o esposo João, ela falecida em maio de 1983. 
Imagem: Acervo Romeu e Venilda Saatkamp - FOTO 9 -
|| Pioneira Alzira (nascida Diemer) Saatkamp com o esposo João, ela falecida em maio de 1983.
Imagem: Acervo Romeu e Venilda Saatkamp - FOTO 9 -
|| Grupo de tradicionalistas comemorando a aquisição de área para a nova sede social do CTG Tertéulia do Paraná, em maio de 2013. Da esquerda para a direita: Julia Katchor, Bruno Rafael Canabarro, Edson Gilmar Voigt (Farol), Dulce Eifert (Duda), Enzo Voigt (no colo), Reni Araci Schreiber, Dalice Terezinha Weiler, Christian Guenther, Claudia Weiler Guenther, Wilian Martini (Kuyka), Sérgio, Charles Scheidt, Arno Braulio Figur e Nelson Oliveira.
Imagem: Acervo Christian Guenther - FOTO 10 -
|| Grupo de tradicionalistas comemorando a aquisição de área para a nova sede social do CTG Tertéulia do Paraná, em maio de 2013. Da esquerda para a direita: Julia Katchor, Bruno Rafael Canabarro, Edson Gilmar Voigt (Farol), Dulce Eifert (Duda), Enzo Voigt (no colo), Reni Araci Schreiber, Dalice Terezinha Weiler, Christian Guenther, Claudia Weiler Guenther, Wilian Martini (Kuyka), Sérgio, Charles Scheidt, Arno Braulio Figur e Nelson Oliveira.
Imagem: Acervo Christian Guenther - FOTO 10 -
|| Técnico de futsal PC de Oliveira que deixou a equipe Copagril Futsal, em  maio de 2014. 
Imagem: Acervo Portal Guaira - FOTO 11 –
|| Técnico de futsal PC de Oliveira que deixou a equipe Copagril Futsal, em maio de 2014.
Imagem: Acervo Portal Guaira - FOTO 11 –
|| Empresário Renato Grasel, de Entre Rios do Oeste, falecido em maio de 2015. 
Imagem: Acervo O Presente .  - FOTO 12 -
|| Empresário Renato Grasel, de Entre Rios do Oeste, falecido em maio de 2015.
Imagem: Acervo O Presente . - FOTO 12 -
|| Professor Alex Sandro Ventura Griebeler, morto em acidente, maio de 2016. 
Imagem: Acervo  marechalnews.com.br - FOTO  –
13 -
|| Professor Alex Sandro Ventura Griebeler, morto em acidente, maio de 2016.
Imagem: Acervo marechalnews.com.br - FOTO –
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|| Prefeito Municipal Moacir Froelich recebendo o Diploma de Honra ao Mérito Comunitário, de Júnior Bifon, gerente da unidade do SESC - Marechal Cândido Rondon -, pela participação do município no Dia do Desafio 2015. 
Imagem: Acervo Imprensa PM-MCR - Crédito:  O Presente -  FOTO 14 -
|| Prefeito Municipal Moacir Froelich recebendo o Diploma de Honra ao Mérito Comunitário, de Júnior Bifon, gerente da unidade do SESC - Marechal Cândido Rondon -, pela participação do município no Dia do Desafio 2015.
Imagem: Acervo Imprensa PM-MCR - Crédito: O Presente - FOTO 14 -
|| Posse dos novos conselheiros do Conselho Municipal de Educação, em maio de 2016. Sentados: nenhum identificado. Em pé, da esquerda a direita: professora Marlice Rosani Pruzygodda Gund, presidente do Conselho; prefeito municipal Moacir Froelich; vice-prefeito Silvestre Cottica e professora Marta Salete Bendo - secretária municipal de Educação. 
Imagem: Imprensa PM-MCR - Crédito: Ademir Herrmann - FOTO 15 -
|| Posse dos novos conselheiros do Conselho Municipal de Educação, em maio de 2016. Sentados: nenhum identificado. Em pé, da esquerda a direita: professora Marlice Rosani Pruzygodda Gund, presidente do Conselho; prefeito municipal Moacir Froelich; vice-prefeito Silvestre Cottica e professora Marta Salete Bendo - secretária municipal de Educação.
Imagem: Imprensa PM-MCR - Crédito: Ademir Herrmann - FOTO 15 -
|| Professora Aline Kirchheim que foi presidente do PSOL de Marechal Cãndido Rondon, que renunciou ao cargo em maio de 2017.
Imagem: Acervo pessoal/Facebook - FOTO 16 -
|| Professora Aline Kirchheim que foi presidente do PSOL de Marechal Cãndido Rondon, que renunciou ao cargo em maio de 2017.
Imagem: Acervo pessoal/Facebook - FOTO 16 -
|| Ciclistas rondonenses Marcelo Garcia, Sérgio Mokfa e Paul Lírio Berwig  protagonistas do tour
|| Ciclistas rondonenses Marcelo Garcia, Sérgio Mokfa e Paul Lírio Berwig protagonistas do tour "Vou de bike para o Litoral", em maio de 2019.
Imagem: Acervo O Presente - FOTO 17 -
|| Prefeito Municipal Marcio Andrei Rauber e o arquiteto Ricardo Leites de Oliveira, presidente da Acimacar, com o documento da campanha
|| Prefeito Municipal Marcio Andrei Rauber e o arquiteto Ricardo Leites de Oliveira, presidente da Acimacar, com o documento da campanha "Retoma Marechal: uma cidade inteira no comércio", em maio de 2020.
Imagem: Acervo O Presente - FOTO 18 -
|| Pôr do sol na cidade de Marechal Cândido Rondon, em 25 de maio de 2021.
Imagem: Acervo e crédito: Ilda Bet - FOTO 19 -
|| Pôr do sol na cidade de Marechal Cândido Rondon, em 25 de maio de 2021.
Imagem: Acervo e crédito: Ilda Bet - FOTO 19 -
|| Unidade fabril da Hiléia na cidade de Pato Bragado.
Imagem: Acervo da empresa - FOTO 20 -
|| Unidade fabril da Hiléia na cidade de Pato Bragado.
Imagem: Acervo da empresa - FOTO 20 -
|| Rondonense Otto Inácio Dildey, falecido em maio de 2022, na companhia de um bisneto.
Imgem: Acervo da Família - FOTO 21 -
|| Rondonense Otto Inácio Dildey, falecido em maio de 2022, na companhia de um bisneto.
Imgem: Acervo da Família - FOTO 21 -
|| Entardecer no interior do município de Marechal Cândido Rondon, fotografado desde o Clube Náutico, no distrito rondonense de Porto Mendes.
Imagem: Acervo e crédito da pioneira rondonense Ilda Bet - FOTO 22 -
|| Entardecer no interior do município de Marechal Cândido Rondon, fotografado desde o Clube Náutico, no distrito rondonense de Porto Mendes.
Imagem: Acervo e crédito da pioneira rondonense Ilda Bet - FOTO 22 -
|| Regina Fischer Pessuti, ex-primeira dama do Paraná, falecida em maio de 2023.
Imagem: Acervo Projeto Memória Rondonense - FOTO 23 -
|| Regina Fischer Pessuti, ex-primeira dama do Paraná, falecida em maio de 2023.
Imagem: Acervo Projeto Memória Rondonense - FOTO 23 -
|| Unidade esmagadora de soja da Copagril  que terá sua capacidade esmagadora ampliada, como anunciado em maio de 2023.
Imagem: Acervo Comunicação Copagril - FOTO 24 -
|| Unidade esmagadora de soja da Copagril que terá sua capacidade esmagadora ampliada, como anunciado em maio de 2023.
Imagem: Acervo Comunicação Copagril - FOTO 24 -
|| Dia nublado em 25 de maio de maio de 2024, fotografado na região da cidade de Cascavel (PR).
Imagem: Acervo e crédito de Ailton Santos/Tarobá - FOTO 25 -
|| Dia nublado em 25 de maio de maio de 2024, fotografado na região da cidade de Cascavel (PR).
Imagem: Acervo e crédito de Ailton Santos/Tarobá - FOTO 25 -
|| Pioneira rondonense Noeli Maria Tonin, falecida em maio de 2024.
Imagem: Acervo da família - FOTO 26 -
|| Pioneira rondonense Noeli Maria Tonin, falecida em maio de 2024.
Imagem: Acervo da família - FOTO 26 -

1920 — Nasce Ingrum Klagges, esposa do Doutor Friederich Ruppprecht Seyboth (médico pioneiro de Marechal Cândido Rondon), na cidade de Wilster, na Alemanha, filha do casal Dietrich Klagges (nota do pesquisador). -- FOTO 1 --

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1947 — O tópografo Ricardo Otto Schmidt marca o Norte Verdadeiro, ponto de partida para demarcação da Fazenda Britânia¹ e a cidade de Toledo. Na época, só havia as Avenidas São João e Maripá, esta conhecida como a estrada para Porto Britânia¹. O primeiro mapa da cidade, elaborado por ele, ficou pronto em 1949 (COSTA, Luiz Alberto Martins da. Calendário Histórico de Toledo — Cronologia de Fatos, Registros e Curiosidades da História do Município de Toledo. Toledo: GFM Gráfica & Editora, 2009, p. 112).  -- FOTO 2 --
 

¹ Embarcadouro construído pela Compañia de Maderas del Alto Paraná, empresa de capital anglo-argentino, na foz do Rio São Francisco Verdadeiro no Rio Paraná. O ponto agora está submerso pelas águas do Reservatório da Itaipu Binacional e localiza-se no município de Pato Bragado (nota do pesqusiador). 

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1964 — Pela lei municipal nº 106, é aprovado o esboço para a construção da Praça Willy Barth, num espaço de 160 x220 m, na cidade de Marechal Cândido Rondon. A outra parte da quadra — 60 x 220 m — pela mesma lei foi dividida em lotes de 20x40m , para no futuro abrigar de repartições públicas (nota do pesquisador). -- FOTO 3 -- 

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1964 — Pela Lei Municipal nº 95/1964 é criado o distrito administrativo de Iguiporã, no município de Marechal Cândido Rondon.

A origem da vila é assim descrita pelo memorialista Harto Viteck, que chegou à localidade 18 de outubro de 1960 e lá morou até seus 18 anos: 
 

"A criação da vila de Iguiporã, depois sede distrital, foi parte do projeto colonizatório encetado pela empresa Maripá, a partir da antiga Fazenda Britânia comprada da Companhia de Maderas del Alto Paraná, de capital anglo-argentino. Os pequenos núcleos urbanos instalados pela Maripá serviam para a implantação de escola, igreja, casa de comércio e prestadores de serviços aos colonos pioneiros, além de elemento de propaganda para eventuais futuros compradores de terras.

O nome inicial dado pela Maripá ao incipiente vilarejo foi Iporã (em tupi-guarani, i-porã significa água bonita). No entanto, para não ser confundido com a cidade homônima na região Nordeste do Paraná, a empresa trocou por Iguiporã (do tupi-guarani: i-gui-porã, que na forma regionalizada na nação indígena também significa “água bonita”). Provavelmente, os nomes indígenas foram dados pelos muitos funcionários de Allica, quase todos paraguaios com ascendência indígena guarani.

A vila de Iguiporã foi implantada no alto de um espigão entre o Riacho Piacuê (do tupi-guarani pi’a cuê, que significa “riacho do menino”) e a Sanga Tubuna (uma espécie de abelha, em tupi-guarani), próximo à junção do antigo Caminho do Allica, procedente de Porto Artaza, e o antigo Caminho de Porto Britânia. Ambos os portos então situados às margens do Rio Paraná.

Falando em designações indígenas, no distrito também correm as águas do córrego Awaí (designação originária igualmente do tupi-guarani, que corresponde a “água do homem”). Arbitrariamente, o nome da linha de moradores que antes era assim nominada foi mudada para Hawaí, o que não corresponde ao contexto histórico em sua origem.

A vila começou a partir da construção de diversas casas pela Maripá, em ambos os lados do Caminho do Allica, destinadas aos migrantes necessitados para morarem nelas por cerca de um ano com suas famílias e mudanças, até construírem suas próprias moradias nas colônias ou chácaras adquiridas.

Os lotes do núcleo urbano foram mesurados por Henrique Isernhagen, tópografo da Maripá. Os primeiros moradores do interior do distrito foram o casal Rosina e Carlos Rudolfo Bofinger e filhos, procedentes de Erechim (RS), em 1952. Logo fixaram residência na propriedade adquirida junto à Sanga Porã (em guarani,  zanja porã: “sanga bonita”) na atual linha conhecida como Flor de Maio. 

Na vila, os primeiros moradores foram Luiz Ernesto Fleck (abriu a primeira casa comercial), Frederico Deuter (dono do hotel que a Maripá construiu, depois vendido a José Malagutti e, posteriormente, à Família Rauber e, por fim, para a Agrícola Horizonte) e Osvino Ernesto Wolfart (fixou residência numa das muitas chácaras em torno do povoado. Era agricultor, mas por maior tempo exerceu a profissão de carpinteiro). Reinaldo Model foi primeiro colono que se estabeleceu mais próximo do lugarejo, em 1954.

A escola primária construída na localidade pela Maripá ganhou o nome de Escola Municipal Floriano Peixoto e a primeira professora do educandário foi Rosa (nascida Deuter) Figur. Nos primeiros anos, a escola também serviu de local para celebração de missas e cultos, até que as congregações conseguissem erigir os próprios templos.

A vila tem uma particularidade não verificada antes em outros núcleos urbanos organizados pela colonizadora. Por uma constante falta de água, a vila recebeu o primeiro poço artesiano e a primeira rede distribuição de água do município de Marechal Cândido Rondon e, talvez, dentro do projeto de colonização.

 

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1965 — Chega de mudança em Marechal Cândido Rondon, após cinco dias de viagem, o casal Herta (nascida Müller) e Leonel Sander na companhia dos filhos* Leda, Martinho, Loiva, Leoni, Remi e Diva, procedente de Linha Boa Esperança, município de Concórdia, Santa Catarina (nota do pesquisador).
 

           (*)  - Leda casou-se com Egon Helmuth Glitz

            - Martinho casou-se com Renilda Hanusch

            - Loiva casou-se com Edgar Möller (falecido)

            - Leoni casou-se com Decio Noé

            - Remi casou-se com Lidia Agnes Glitz

            - Diva casou-se com Edvino Schadeck (falecido) 

Antes de mudar-se para Marechal Rondon, Leonel Sander veio ao Paraná para adquirir  terras: comprou uma chácara e uma área no atual município de Entre Rios do Oeste.

A chácara ficava no lado sul da cidade de Marechal Cândido Rondon, saída para Linha Guarani-Arroio Fundo.  O pedaço de chão se limitava ao sul com o Anel Viário, margem direita no sentido leste-oeste. Nela o casal Sander  construiu uma casa de madeira de excelente acabamento e de atrativa arquitetura. A construção foi feita pelo pioneiro rondonense e carpinteiro Arno Henn. 

Herta e Leonel moraram nessa residência até seus falecimentos. Ele faleceu no dia 19 de agosto de 2003 e ela no dia 04 de julho de 2010.  Estão sepultados no cemitério público da cidade de Marechal Cândido Rondon. 

Hoje a chácara está loteada. 

Nas terras em Entre Rios, a família cultivava cereais. Acampava lá nos períodos de plantio e colheita. Em 1970, a propriedade foi vendida.  Com o dinheiro do negócio, o casal Herta e Leonel passou para cada filho um valor para adquirir um terreno na cidade de Marechal Cândido Rondon. Com a outra parte comprou mais uma chácara que fazia divisa com a propriedade onde residia.

O pioneiro é filho de Susana (nascida Muxfeld) e Marcolino Sander. Nasceu em São João, atual município de Gramado (RS). Herta é filha do casal Lidya (nascida Hoppen) e Jacob Müller. Nasceu em Baumschneiss, hoje município gaúcho de Dois Irmãos (nformações enviadas por Remi e Lidia Agnes Sander, via Facebook, em 23, 24 e 25 de maio de 2017). -- FOTOS  4, 5 e 6 -- 

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1971 — O então juiz de direito de Marechal Cândido Rondon, José Carlos Lins Santos, é eleito  coordenador para o então Movimento Brasileiro de Alfabetização (MOBRAL) — unidade de Marechal Cândido Rondon (nota do pesquisador).

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1976 — Falece a rondonense, imigrante alemã, Agnes Christine von Blücher, aos 65 anos. Seu corpo é sepultado no cemitério público da sede municipal de Marechal Cândido Rondon.

Foi casada com Ernest August von Blücher (precedeu-lhe na morte em 27 de abril de 1976 (nota do pesquisador). -- FOTO 7 --
 

Saber mais, clique aqui

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1977 — Visita Marechal Cândido Rondon o secretário de Administração, João Elizio Ferraz de Campos para assinar convênio para as primeiras reformas no então Ginásio Estadual, hoje Colégio Estadual Eron Domingues. A solenidade de assinatura foi na Câmara Municipal (nota do pesquisador). -- FOTO 8 -- 

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1977 — A empresa Arthur Lundgren S.A., proprietária da rede de lojas Casas Pernambucanas adquire o prédio à Avenida Rio Grande do Sul, onde atualmente (2021) está localizada (nota do pesquisador).

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1983 — Falece a pioneira Alzira (nascida Diemer) Saatkamp que chegou de mudança à então vila de General Rondon, na companhia do esposo João e dos filhos Amário, Leocadia, Julia e Romeu, em 12 de março de 1957, procedente de Arabutã, então pertencente ao município de Concórdia, Santa Catarina (informação recebida via Facebook, in box, de Venilda Saatkamp, em 11 e 20 de fevereiro de 2017. -- FOTO 9 -- 

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1984 — É fundada na cidade de Cascavel (PR), a Associação de Micro e Pequenas Empresas do Paraná (AMIC PR). Desde 2021, a entidade classista tem nova sede na cidade paranaense, conhecida como a "Casa  do Empreendedor" (Magazine Pitoco. Cascavel: Ano 25, nº2.349, ed. 24 de junho de 2022, p. 18).

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1988 — É assinado o contrato de venda e compra entre a empresa paranense Soceppar e a Cooperativa Agroindustrial Copagril (adquirente) do complexo de esmagamento de soja pertence a primeira, na cidade de Marechal Cândido Rondon (LEDUC, Lincoln. Panorama. Marechal Cândido Rondon: Rádio Difusora do Paraná AM, vol.016, cad. Maio e Junho 1988, fls. 95 e 99. Programa de Rádio).
 

Saber mais, clique aqui (item 1988).

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1995 — Acontece na cidade de Marechal Cândido Rondon o maior sequestro da história do Paraná. Na madrugada deste dia, três homens invadem a residência do empresário rondonense Roni Martin e tomando como reféns o próprio empresário, sua família e empregados. Por 123 horas, os sequestrados ficaram sob mira do armamento dos criminosos. O caso somente teve fim com a invasão da casa, por um grupo de policiais especializados e culminou na morte dos sequestrados. 

Em entrevista ao portal Marechal News, de Marechal Cândido Rondon, o coronel Péricles de Matos, com participação direta para solução do sequestro, assim detalhou:  

 

Na madrugada de 24 de abril, por volta das 04 horas da manha, três homens armados com revólveres e espingardas calibre 12, invadiram uma residência, tomando o empresário Ronie Martin, sua família, seu assessor, e os empregados da casa como reféns.

Até então, vizinhos não suspeitavam de nada, afinal, era um dia normal na pacata rua e a família Martins sempre recebia visitas.

Na manhã do dia seguinte da invasão, ainda sem ninguém perceber, enquanto as mulheres e as crianças permaneceram no interior da residência sob o olhar dos criminosos, o empresário e seu assessor foram liberados para buscar o resgate de quinhentos mil dólares.

Já na agência bancária, Martin estava muito nervoso, inquieto e acabou por confessar que ele e a família estavam sendo vítimas de um sequestro, fato que fez intrigar os funcionários do banco que alertaram a polícia local.

A comarca de Marechal pertencia a subdivisão de Foz do Iguaçu, onde Dr. João Ricardo Képes Noronha era chefe. Por volta do meio dia, Dr. Noronha recebeu a ligação do Delegado Chefe da 20 ª SDP da cidade de Toledo, Dr. Lino Lopes, informando que os delegados locais o avisaram sobre um sequestro em andamento e que as equipes precisariam de reforço. “Rapidamente reunimos os melhores policiais de Foz e seguimos para o local da ocorrência.

Chegando lá, já no fim da tarde, foi verificado que o Delegado local, Dr. Carlos Reis, já havia feito um cerco na casa.

O primeiro contato com os sequestradores,  também foi feito por Dr Carlos.

“Pulamos o muro e conversei com um deles pela janela de metal.

Percebi um sotaque gaúcho e muita calma como ele falava.

Alguns policiais me diziam: são ladrões de galinha, vamos entrar.

Pela voz fria e tranquila de um dos sequestradores que conversei, percebi que não eram amadores.” completa, confirmando sua intuição de que além de criminosos, os homens eram profissionais do crime.

Ainda no primeiro contato, foi verificado que na casa havia quatro mulheres e três crianças. Dr. Julio Reis, (irmão do Delegado Carlos Reis) era delegado na cidade vizinha de Terra Roxa e foi contatado para também ajudar na ação.”Em Terra Roxa tínhamos uma equipe pequena de Policiais Civis, mas mesmo assim, deixamos apenas um policial no plantão na minha cidade e fomos todos para Marechal Rondon.

Lá, começaram a nos passar as primeiras informações sobre o crime e com o passar do tempo fomos nos certificando que se  tratava realmente de uma quadrilha especializada em sequestro de grandes empresários”. Dr Carlos e Dr.Júlio, além de começarem a articular as negociações foram também os responsáveis, junto com a Polícia Militar, em isolar todo o local, tendo em vista a grande movimentação da imprensa e curiosos.

Como o caso tomou grande proporção, e já com o chefe da subdivisão no local, foi solicitado ao Delegado Geral do Paraná, Dr Toleb Baleche Barbosa, o reforço do TIGRE, que tinha como base principal a cidade de Curitiba.

Na época, Dr Artur Braga era o Delegado responsável pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial – TIGRE. Segundo Dr Braga, a ida ao local do sequestro foi imediata.

“Logo no primeiro contato, vimos que o chamado era de extrema importância, nós precisávamos agir logo. Reuni a equipe operacional, tática e de investigadores (Gilmar Silva, Maurício Valeixo, Suzaki, Castanheira, Sérgio, Kamil, Hugo, Catapan, Bitencourt, Gracia, Edward e Márcia Tavares), dividimos tarefas entre a central e o operacional e nos dirigimos para Marechal.” conta Dr. Braga.

Já na cidade, a equipe policial de negociação que estava liderada por Dr. Noronha, mantinha constante contato com os criminosos. Dr. Carlos e Dr. Júlio Reis lembram que apenas um médico conseguia entrar dentro da casa.

“O ‘acerto’ do médico entrar na residência era justamente para verificar as condições de saúde dos reféns, mas também, instruído pelos policiais, levantar dados da casa, como qual cômodo ficavam, quantas pessoas estavam no local, qual a cor da roupa de cada criminoso entre outros detalhes”.

Com a chegada do TIGRE (grupo especial da policial civil ) e COE (grupo especial da Policia Militar comandada pelo Tenente Pericles de Mattos), foi levantado a identidade de cada um dos criminosos.

A identificação teve a ajuda de Delegados dos Estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que prontamente prestaram apoio, afirmando que pelo tom de voz, sotaque e modo de agir, eles já haviam realizado crimes em várias cidades do sul do país.

Não restava mais dúvidas, se tratava dos irmãos Beltramin, fugitivos da penitenciária de segurança máxima de Florianópolis.

O sequestro já durava mais de 50 horas, Dr. Lino Lopes ficou encumbido de realizar as articulações com o Ministério Público.

“Não tínhamos muitos insumos, precisávamos de algumas liberações legais, e não podíamos colocar a vida dos reféns em risco. Conversamos muito com Delegados, Juízes, promotores e tivemos o apoio de todas as forças de segurança”.

Ali começaria a articulação de negociação e uma possível invasão.

Dr. Noronha lembra que após a identificação dos criminosos, imediatamente foi convidado um advogado para que pudesse ajudar na negociação, oferecendo seus serviços a fim de ajustar um diálogo e possível libertação das vítimas, porém, em primeiro momento, sem sucesso.

Em um processo de intensa investigação da vida pregressa dos criminosos, a Polícia conseguiu localizar a namorada deles, que residia em Porto Alegre.

“A trouxemos de avião para ajudar na negociação.

No momento nós precisávamos criar uma pressão psicológica.

Os criminosos estavam na residência com armamento pesado e o risco de execução dos reféns era real.

Começamos a desenhar um mapa da casa, fizemos uma maquete com os cômodos em tamanho real, contatamos os bombeiros, realizamos uma cronometragem de quanto tempo demoraríamos para invadir a casa e chegar até onde estavam os criminosos e os reféns.”

Os policiais tentaram conhecer as verdadeiras necessidades dos assaltantes, através de microfones colocados dentro da casa e da entrada do médico da família no local, somando mais poder à força policial.

A tática de inquietação serviu como poder de persistência aos policiais, que tentavam manter os assaltantes em constante pressão emocional, vencendo-os pouco a pouco pelo cansaço.

Os assaltantes superestimaram seu poder de moralidade, utilizando-se de falta de generosidade para obter concessões.

Isto pode ser observado quando reféns e os próprios assaltantes divulgavam maus-tratos e torturas cometidos contra os reféns e, principalmente, com a ameaça de matar o bebê.

Estas informações foram importantes para a polícia mudar sua posição quanto aos assaltantes, visto que anteriormente só admitia a rendição dos mesmos, sem qualquer hipótese de negociação.

Após cinco dias do início do sequestro, com os criminosos cansados, a polícia começou a colocar o planejamento de resgate em ação.

O médico, único que entrava na casa, passou um recado discretamente para uma das mulheres, pedindo para que os reféns usassem uma camiseta branca, para que na hora da invasão, mesmo no escuro, os policiais pudessem entender quem era refém e quem era criminoso. Dr. Noronha estava convicto que eles não iriam se entregar e o risco estava muito alto, tanto para os reféns quanto para a polícia.

“Tudo estava calculado, sabíamos de todos os riscos que estávamos correndo, mas tínhamos absoluta convicção do sucesso”.

Às 6h45 da manhã do 5º dia, a polícia deu início a invasão para o resgate dos reféns.

Cada delegado, coronel, capitães que lá estavam, cuidavam de uma estratégia.

Um carro forte (exigência dos criminosos) que estava estacionado em frente à casa do empresário foi retirado e quatro ambulâncias foram posicionadas no portão.

Na invasão,em uma ação conjunta com  os policiais COE (policia militar ) e  do TIGRE (policia civil) fizeram a frente, arrombaram a porta de entrada da casa e, em seguida, já no corredor iniciou-se uma intensa troca de tiros, bombas de luz e gás lacrimogêneo foram utilizadas.

Os três criminosos acabaram sendo alvejados por policiais e morreram no local e apenas uma das vítimas foi baleada, no momento em que se jogou em cima da criança de 9 meses em forma de proteção, mas o ferimento foi sem gravidade.

Menos de dez minutos após a invasão, os reféns foram colocados em ambulâncias e encaminhados ao hospital local para atendimento.

O Secretário de Segurança do Paraná, Dr. Cândido, esteve presente no local acompanhando a articulação, negociação e a invasão que teve seu desfecho de uma forma excepcional, mesmo com a morte dos criminosos, algo inevitável já que os policiais foram recebidos a tiros.

O caso passou ao vivo para todo o Brasil através de diversos veículos de imprensa que lá estavam.

Entrevistas, abraços, gritos de euforia por parte das equipes policiais puderam ser observados.

Assim, encerrava-se, em um desfecho de extremo sucesso, o maior sequestro do Paraná.

O caso e seu desfecho ficou conhecido em todo o mundo, com ampla divulgação da imprensa, inclusive foi catalogado pelo FBI como um dos casos de maior sucesso do mundo.

Os delegados que lá estavam, receberam uma medalha de bravura pelo episódio.

“Na época com pouquíssima experiência ainda na carreira, ajudei, mas fiquei observando muito as decisões tomadas pelo Dr Noronha e pelo Dr Carlos Reis que estavam mais a frente de toda a situação.

Aprendi muito!”, conta o Delegado Dr. Júlio, afirmando que o caso foi um dos mais relevantes de sua carreira.  

Dr. Maurício Valeixo e Gilmar Silva, que na época eram Delegados operacionais do TIGRE, enfatizam que mesmo sem uma ampla experiência em negociações e invasões de episódios de sequestros, o caso foi um divisor de águas para a polícia civil, fortalecendo ainda mais todos os departamentos, inclusive o TIGRE.

”Quando as instituições trabalham de forma integrada, a resposta diante de quadros atípicos e graves é sempre a melhor possível para a sociedade”, afirma Valeixo.

Ainda durante o desenrolar do sequestro, o Governador do Paraná, na época Jaime Lerner, havia proibido a invasão da casa, porém, o Secretário de Segurança foi muito corajoso e autorizou a ação. “Muitos detalhes ocorreram naqueles dias de intenso trabalho, ficamos inclusive sem o apoio de alguns policiais militares que acharam que a ação seria muito arriscada.

Mas, em nenhum momento desistimos da nossa estratégia, o que resultou no êxito da ação”. Dr Noronha lembra ainda que na volta para casa, após seis dias sem dormir, o comandante do avião que ele estava anunciou a todos passageiros que naquela aeronave estava um dos delegados que ajudou na negociação do sequestro.

“Naquela ocasião fui agraciado com uma forte salva de palmas e pude viajar na cabine de comando com os pilotos.”

fato este que o emociona até hoje. Para Dr. Artur Braga, Delegado do TIGRE, a ação demonstrou que policiais de forças especiais, mesmo sem o investimento da época, estavam preparados para realizar ações de grande risco.

“Após o sequestro, por muito tempo ficamos lembrados como heróis, parte da equipe operacional inclusive chegou a viajar para os Estados Unidos, para fazer um curso oferecido pela SWAT, que é referência em casos de grande relevância”.

Os Doutores Liusson’nar Lino Lopes, Dr. Carlos Reis e Dr. Júlio Reis afirmam que a Polícia Civil foi vista com outros olhos após o sequestro (...).


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2013 — Depois de se desfazer da área, no Bairro Botafogo, para uma empresa de revenda autorizada Volkswagen, com sede em Pato Branco (PR), o  Centro de Tradições Gaúchas Tertúlia do Paraná, com sede em Marechal Cândido Rondon, adquire área de terra de 47.268 m2, às margens do trecho rodoviário que interliga a sede municipal a sede distrital rondonense de Margarida, na base territorial suburbana (colaborou Christian Guenther). -- FOTO 10 --

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2014 — A diretoria da equipe Copagril Futsal, de Marechal Cândido Rondon, anuncia o nome de Paulo César de Oliveira (PC de Oliveira) como o nome técnico da equipe de futebol de salão.

Oliveira é ex-técnico da seleção brasileira de futebol de salão (nota do pesquisador). -- FOTO 11 -- 

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2015 — Falece o empresário Renato Grasel, de Entre Rios do Oeste, fundador em 1970, da Cerealista Grasel, depois de chegar do Rio Grande do Sul, da cidade de Santa Cruz do Sul.

Na política, sempre esteve filiado ao PMDB e foi eleito em 1982 à suplência de vereador pelo então distrito de Entre Rios para a Câmara Municipal de Marechal Cândido Rondon.  

Em 02 de setembro de 1985, assumiu em definitivo o cargo no lugar do vereador Ilmar Priesnitz que disputou a Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon, permanecendo como vereador até 31 de dezembro de 1988. Com a criação do município de Entre Rios do Oeste, o empresário se elegeu vereador para as legislaturas 1993/1996, 2011/2004 e 2005/2077 (O Presente. Marechal Cândido Rondon) -- FOTO 12 -- 

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2016 — Morre, em acidente de trânsito, na BR-163, nas proximidades de Maracajú dos Gaúchos, município de Guaíra, o professor rondonense Alex Sandro Ventura Griebeler.  -- FOTO 13 -- 

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2016 — Acontece mais uma edição do Dia do Desafio na cidade de Marechal Cândido Rondon, simultâneo em 305 cidades paranaenses, sob a coordenação de 25 unidades de SESC/PR.

O Dia do Desafio é "promovido mundialmente pela TAFISA (Associação Internacional de Esportes para Todos), sediada na Alemanha, o Dia do Desafio tem o objetivo de estimular as comunidades para adoção de uma vida mais ativa para melhorar a qualidade de vida e o bem-estar das comunidades. Isso é feito por meio da sensibilização sobre a importância de um estilo de vida mais ativo. Além destes benefícios a ação deixa um legado para as cidades, com o incentivo a ações permanentes (imprensa PM-MCR). -- FOTO 14 -- 

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2016 — Tomam posse os novos conselheiros do Conselho Municipal de Educação de Marechal Cândido Rondon, com renovação de 1/4 de sua composição. Na oportunidade, é reconduzida a presidência do conselho, a professora Marlice Rosani Przygodda Gundt (nota do pesquisador). -- FOTO 15 -- 

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2017 — A professora Aline Kirchheim renúncia ao cargo de presidente do PSOL (Partido Socialismo e Liberdade), de Marechal Cândido Rondon e se desfilia da agremiação partidária (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 26 de maio de 2017, p. 10). -- FOTO 16 -- 

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2018 — Ocorre no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon (ACIMACAR), o lançamento  da campanha de arrecadação de donativos alusiva ao  "Dia de Cooperar 2018", que acontece em todo o Brasil, no dia 30 de junho. 

A campanha é resultado da intercooperação entre as cooperativas ligadas ao Conselho de Cooperativismo da Acimacar e envolveu a Copagril, Sicredi, Sicoob, Cercar, Unimed, Uniprime, Cresol, Cooperlindeiros, Frimesa, Cooperagir, Coofamel — todas de Marechal Cândido Rondon, com apoio do Cojem, Acimacar, Associação Sangue Bom, Sesc, Saae e Prefeitura Municipal. 

A coleta de donativos começa no dia 28, tendo como pontos de arrecadação as cooperativas participantes. Até o dia 30 de junho a população pôde cooperar com a campanha fazendo a doação de roupas, calçados, produtos de limpeza e leite longa vida.

No dia 30 de junho, o Dia C, é realizado um grande evento na Praça Willy Barth,  na cidade de Marechal Cândido Rondon, no horário das 9 às 17 horas. A programação teve atividades recreativas, esportivas, apresentações culturais e tenda do chimarrão, além de orientações à saúde e incentivo à realização de cadastro de doadores de sangue (nota do pesquisador).

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2019 — Os ciclistas rondonenses Paul Lirio Berwig, Sérgio Mokfa e Marcelo Garcia iniciam ao amanhecer tour de bicicleta, com saída de Marechal Cândido Rondon com destino até a capital catarinense, Florianópolis (nota do pesquisador). -- FOTO 17 --

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2020 — A Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon e Associação Comercial e Empresarial de Marechal Cândido Rondon (ACIMACAR) lançam a campanha "Retoma Marechal: uma cidade inteira em promoção. A proposta é a maior iniciativa de incentivo ao comércio já realizada na história do município e visa mitigar os efeitos sobre a atividade comercial decorrentes das restrições impostas para enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (COVID 19).

A campanha teve início dia 05 de junho e distribuiu R$ 80 mil em prêmios, contemplando 500 pessoas, no período até 30 de julho (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 26 de maio de 2020, p. 16 e 17). -- FOTO 18 --

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2020 — Devido à necessidade de distanciamento social determinada pelas autoridades sanitárias, por causa da pandemia do novo coronavírus, a Cooperativa Agroindustrial  Copagril realiza de forma digital o tradicional Dia de Campo Milho Safrinha, que ocorre anualmente.

A divulgação dos temas técnicos e divulgação dos novos híbridos produzidos pelas empresas produtoras de sementes, é feita por diversas plataformas até o dia 29 de maio (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed.26 de maio de 2020, p. 29).

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2021 — Ao contrário de outras cidades da Região Sul, Marechal Cândido Rondon teve nessa terça-feira temperatura mínima média superior ao dia anterior: 10 graus (nota do pesquisador). -- FOTO 19 --

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2021 — O Ministério Público da Comarca de Marechal Cândido Rondon informa que casais pretendentes à adoção de crianças ou adolescentes aguardam cerca de 10 anos para conseguir a realização da pretensão. Nos últimos quatro anos apenas 12 crianças foram adotadas na comarca (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 25 de maio de 2021, p. 14 e 15).

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2021 — Com  a liberação pelos Estados Unidos, de imunizar turistas, para atrair estrangeiros para impulsionar a economia do país atráves do turismo, rondonenses fazem viagem até lá para tomar a vacina contra a COVID 19 (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed.25 de maio de 2021, p. 16 e 17).

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2021 — Com preço da soja e do milho super majorado nos últimos 12 meses, a primeira em cerca de 98% e o segundo em torno de 115%,  produtores de frango do Paraná apelam para a intervenção da Ministério da Agricultura, para mitigar os impactos que estão afetando a atividade, em discrepância em relação ao preço da ave, que somente alcançou 14,4% no mesmo período.

Verificação do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (SINDIAVIPAR), a produção de frango está 43,4% mais cara em relação a 2020 (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 25 de maio de 2021, p. 22 e ed. 28 de maio de 2021, p. 30

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2021 — Pesquisa Pecuária Municipal (PPM), do Instituto Brasileiro de Geográfia e Estatística (BGE), aponta que o Paraná colheu em 2019, 7.229 toneladas de mel. O que significa que a produção do produto cresceu 185% em 20 anos no Paraná. 

Os municípios paranenses de maior produção de mel são Ortigueira e Arapoti (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 25 de maio de 2021, p. 23).

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2021 — A indústria de alimentos Hiléia, com unidade fabril na cidade de Pato Bragado, projeta investimento de R$ 50 milhões para expansão de suas linhas de produção de macarrão instantâneo, mistura para bolo, achocolatado e sopão (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 25 de maio de 2021, p. 26 e 27). -- FOTO 20 --

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2022 — A empresa Minerpal, vencedora da licitação realizada pela Prefeitura Municipal de Marechal Cândido Rondon, inicia amplo projeto de revitalização das ruas da área central da cidade, denominado de trecho 2, num total de 27.149,86 m2 e investimentos de R$ 1.228.877, 75 (O Presente. Marechal Cândido Rondon: ed. 27 de maio de 2022,p. 32).

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2022 — Falece o rondonense Otto Inácio Dildey, morador no distrito de Iguiporã, aos 82 anos. Seu corpo é sepultado cemitério da sede distrital.

Natural de Joaçaba (SC), nascido em 17 de novembro de 1940, era filho do casal Carolina (nascida Hartwig) e Otto Dildey. Casou-se com Julia Quiatto, em 1964, na cidade catarinense citada e com ela formou família com o nascimento dos filhos Mario (casou com Maria Aparecida Forlin), Marlene (casou com Pedro Escher), Marilde (casou com Anilton Bressan) e Ademir (casou com Rosane Schwartzbach).

Em 1967, Julia e Otto Inácio chegaram de mudança no Oeste do Paraná, em Pato Bragado, buscando uma vida melhor, com três filhos pequenos, com uma camioneta rural  que foi trocada por uma colonia de terra. 

Após 4 anos de trabalho, trocou a propriedade de Pato Bragado para uma propriedade com mata no distrito de Iguiporã, onde morou até sua morte (colaborou Omari Dildey). -- FOTO 21 --

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2022 — A quarta-feira foi de tempo bom, com sol pleno na cidade de Marechal Cândido Rondon, assim como no Oeste do Paraná. Ventos do quadrante Nordeste, moderados. Temperaturas médias entre 17 e 26 graus (nota do pesquisador). -- FOTO 22 -- 

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2023 — Falece a ex-primeira dama do Paraná, Regina Fischer Pessuti, esposa do ex-governador Orlando Pessuti, aos 66 anos, em decorrência de complicações de um enfisema pulmonar.

O ex-governador deu a notícia do falecimento da esposa nas redes sociais com a seguinte nota:
 

"Regina, mãe de meus filhos e amor maior de minha vida, passou desta vida, para  aoutra vida, ao parar de respirar. Lutou pela vida com muita força e determinação, contra complicações de problemas respiratórios que foram se agravando aos longo dos últimos anos".


Regina e Orlando tiveram três filhos: Moisés, Felipe e Bruno (G1.Globo on-line). - FOTO 23 --

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2023 — Na data comemorativa ao "Dia da Indústria" no Brasil, a diretoria da Cooperativa Agroindustrial Copagril anuncia que, no decorrer do ano de 2023, será ampliada a capacidade de esmagamento de soja de sua planta industrial, passando das atuais 24 mil toneladas/mês para 35 mil toneladas/mês . O que corresponde um aumento de 60% no potencial na capacidade esmagadora ou 1.300 toneladas/dia. -- FOTO 24 --

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2023 — A quinta-feira alvorece na cidade de Marechal Cândido Rondon sem nebulosidade. Ventos do quadrante Nordeste, moderados. Temperatura ao amanhecer de 18 graus. A máxima do dia alcança aos 28 centígrados com sensação térmica de 29 graus (aferição via aplicativo digital AccuWeather) (nota do pesquisador).

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2024 — É sábado. O dia amanhece na cidade de Marechal Cândido Rondon com temperatura de 12 graus e ventos do quadrante Sudoeste, fracos. Cé encoberto com nebulosidade tipificada como stratus. A temperatura máxima do dia atinge os 14 centígrados (aferição feita via aplicativo digital AccuWeather) (nota do pesquisador). -- FOTO 25 -- 

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2024 — Falece a pioneira rondonense Noeli Maria (nascida Fischer) Tonin, aos 83 anos, em decorrência de complicações de uma neoplasia.

Era natural do Rio Grande do Sul, nascida em24 de julho de 1940, filha do casal Leonida (nascida Hofstätter) e Fridholdo Fischer. Chegou de mudança em Marechal Cândido Rondon em 18 de julho de 1956, acompanhando os pais e irmãos, procedente de Victor Graeff (RS).

Aqui casou-se com o pioneiro Belém Tonin e com ele formou família com o nascimento dos filhos Vanderlei, Edson e Leila (nota do pesquisador). -- FOTO 26 --

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