ENTREVISTA

Professor Raphael Garcia

Chegou à antiga Fazenda Britânia em 1938 como convidado pelo preposto da Companhia de Maderas del Alto Paraná, Michel Willeaux, para atuar como professor na localidade de Rio Branco, onde moravam várias famílias trabalhadoras (...)

GALERIA: ACERVO DE FOTOGRAFIAS E DOCUMENTOS DA FAMÍLIA WITECK

Inauguração da primeira Igreja Católica de Peritiba, SC, dedicada a Santo Isidoro. 
Muitos rondonenses e moradores do Oeste do Paraná foram batizados nessa igreja.
  •  Página inicial 
 do histórico manuscrito, em alemão,  assinalando as origens da localidade de Rimsberg, Alemanha,  e o número de seus moradores em determinadas épocas. 
Dessa pequena comunidade, emigraram famílias para o Brasil.
  • Segunda e página final  do histórico da cidade Rimsberg
, assinalando sobrenome de famílias que emigraram para a Hungria, América do Norte e Brasil. 
Das famílias que emigraram para o Brasil, alguns tem descendências em Marechal Cândido Rondon e no Oeste do Paraná.
  • Imigrante Franz Witeck, natural da Boêmia. 
Começou sua vida no Brasil como sapateiro em Maratá, RS. 
Anos depois, tornou-se agricultor na Linha Esperança, localizada no então distrito antes citado.
  • Imigrante boêmia Margareta (nascida Pellner) Dobner, natural da atual localidade Nova ves nad Nisou, na República Checa, com os filhos   .
Margareta era casada com Johann Dobner e   imigraram para o Brasil em 18 de julho de 1879, com embarque no Porto de Hamburgo, Alemanha. A chegada ao Brasil foi em 18 de agosto de 1879.
O casal imigrante tem ampla descendência no Oeste do Paraná.
  • Catarina Michaud e Leopoldo Witeck (pioneiros rondonenses) fotografados no dia de seu casamento, em Maratá, RS.
  • Clara (nascida Dobner) Michaud, com larga descendência no Oeste do Paraná. 
Chegou ao Brasil com menos de três meses, na companhia de seus pais Margaretha (nascida Pellner) e Johann Dobner, procedentes da localidade Neudorf, hoje Nová Ves nad Nisou, na atual República Tcheca. 
No Brasil, casou-se com José Michaud, filho do imigrante suíço Léon Michaud e da alemã Maria Roeder. 
Léon é natural de Bovernier,  localizada na Suiça francesa.
  • Ernesto Viteck, o sobrenome foi alterado pelo cartorário. O original é Witeck.
  • Pioneiro rondonense Leopoldo Witeck  na época que residia em Nova Maratá, município de Porto Unidão (SC).  Na porta, a esposa Catarinha nascida Michaud.
  • Residência do casal pioneiro rondonense Catarina (nascida Michaud) e Leopoldo Witeck, no interior do município de Peritiba, SC.
  • Residência do imigrante Franz Witeck construída em sua propriedade na Linha Esperança. 
Fotografia feita na década de 1980.
  • Acido Witeck, filho do casal pioneiro rondonense Leopoldo e Catarina (nascida Michaud) Witeck,  no dia de sua graduação em Medicina. 
Vinculado ao Exército Brasileiro clinicou a maior parte de sua vida na cidade de Cachoeira do Sul (RS), onde também foi prefeito e foi fundador do Parque Witeck no município de Novo Cabrais (RS).
  • Cidade Concórdia, SC, em 1939.
  • Frigorífico da Sadia, na cidade de Concórdia, SC, em 1959.
  • Residência de Edmundo Wolfart, em Ipira, SC,  em fotografia da década de 1950.
Edmundo Wolfart é cunhado do pioneiro rondonense Hugo Freitag e com larga parentesco no Oeste do Paraná.
  • Antiga ponte férrea sobre o Rio Pelotas, em Marcelino Ramos, na divisa dos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul. 
Ao fundo, vê-se a desembocadura do Rio do Peixe que se junta ao Rio Pelotas e dão início ao Rio Uruguai;
  • Unidade pioneira da Sadia, na cidade de Concórdia (SC), no final de década de 1950.

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