|| Médico otorrinolaringologista rondonense Francisco Alexandre Scorza: origens, graduação, migração para Marechal Cândido Rondon (...)

14 de Fevereiro de 2026

Ouça a entrevista

 

A entrevista conduzida pelo jornalista Harto Viteck, colaborador da Rádio Difusora do Paraná e coordenador do Projeto Memória Rondonense-Oeste Paranaense, para o quadro "A Personalidade da Semana" da emissora e para o acervo de entrevistas do projeto enunciado.

A Rádio Difusora do Paraná levou ao a entrevista ao ar no dia 14 de fevereiro de 2026 e a reprisou no dia seguinte.

A entrevista, entre outros assuntos, seguiu a seguinte pauta:

 

  1. Origens

 

  1. Como surgiu a vocação para Medicina? É algo que vem desde a infância?

 

  1. A predileção pela especialidade médica da otorrinolaringologia como se deu? Algum aspecto de conexão entre ouvido, nariz e garganta que lhe fascina?

 

  1. Como se deu a sua vinda para Marechal Cândido Rondon para o antigo Hospital e Maternidade Filadelfia?

 

  1. Como foi o começo como médico na cidade?

 

  1. Algo fato curioso ou pitoresco acontecidos nos anos iniciais por aqui?

 

  1. Alguma ideia de quem foi seu primeiro paciente para uma intervenção cirúrgica?

 

  1. Entre a sua graduação e o tempo de agora muitas mudanças em sua especialidade? Ainda se faz intervenção cirúrgica para remover amígdalas?

 

  1. No último dia 05 de fevereiro, o senhor completou 47 anos de atuação em Marechal Cândido Rondon. O que significa estas mais de quatro décadas no Oeste do Paraná?

 

  1. O que lhe encanta em Marechal Cândido Rondon, por permanecer residindo aqui, enquanto tantos colegas seus deixaram a cidade?

 

  1.  Muita gente, não são poucas pessoas, admiram a sua serenidade, sempre tranquilo, fala mansa. É uma caraterística, um atributo que vem desde a infância?

 

  1.  Que princípio, um gatilho diário pratica para manter-se sereno, num estado de paz?  Vale-se de alguma música ?

 

  1. Este estado de serenidade o senhor consegue manter também num trânsito cada vez mais perturbador e nervoso?  O que faz num momento numa situação desfavorável no trânsito?

 

      14.Tem noção de quantos pacientes o senhor já atendeu em Marechal Cândido Rondon?  O que mais aparece de queixas em seu consultório? Como anda a saúde do rondonense na área da  otorrinolaringologia?

 

  1. Lá pelo começo da década de 1980, muitos especialistas afirmaram que com a formação do reservatório da Itaipu Binacional a região lindeira teria uma redução da umidade do ar. Essa informação se confirma hoje  e quais as consequências que está provocando?

 

  1.  É muito grande o número de pessoas que se queixam de rinite ou de sinusite, ou ambas. É o ambiente, o estilo de vida ou os dois?

 

  1. Outra queixa constante das pessoas é que estão com labirintite e atribuiem para quase tudo que causa tontura. O que as pessoas mais confundem sobre o equilíbrio e quando a tontura é sinal de algo grave?

 

  1. Com o uso constante de fones de ouvido, o senhor tem notado um aumento de perda auditiva em pacientes cada vez mais jovens?

 

  1. O que é recomendado para alguém nunca fazer com seu ouvido, nariz e garganta?

 

  1.  Qual é o seu passatempo preferido?

 


 

 

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