Conduzida pelo jornalista Harto Viteck, esta entrevista foi ao ar em 11 de julho de 2026 no quadro “A Personalidade da Semana” da Rádio Difusora do Paraná. O conteúdo agora integra o acervo histórico da emissora e do Projeto Memória Rondonense.
Pontos centrais da entrevista:
- O que a motivou a assumir a linha de frente na coordenação das lideranças femininas no Paraná? Houve algum momento “divisor de águas” na sua carreira?
- Quais foram os maiores desafios que você enfrentou ao buscar o seu próprio espaço em lideranças representativas?
- Como você equilibra a sua rotina entre a coordenação estadual, a vida pessoal e as demandas do campo ou das cooperativas?
- Olhando para trás, qual foi a maior lição que você aprendeu e que hoje tenta transmitir para as mulheres que estão começando agora?
- O Paraná é uma potência no cooperativismo e no agronegócio. Como você enxerga a evolução da participação feminina nesses setores nos últimos anos?
- Antigamente, a mulher no campo era vista apenas como “ajudante”. Como o trabalho de liderança tem transformado essa visão para torná-las gestoras e tomadoras de decisão?
- Você visualiza que um dia uma mulher pode chegar a presidência da Copagril?
- Quais são as principais demandas e dores que as mulheres do agro paranaense trazem até você hoje?
- Como a sucessão familiar nas propriedades rurais se beneficia quando a filha ou a esposa assume um papel ativo de liderança?
- Quais habilidades você considera fundamentais desenvolver nas mulheres do campo para que elas ocupem cargos de alta gestão?
- Pode nos compartilhar um caso de sucesso ou uma história emocionante de uma mulher que transformou sua realidade através do grupo de lideranças?
- Como a tecnologia e a inovação no campo têm sido aliadas no processo de engajamento dessas mulheres?
- Muitas vezes, o ambiente do agronegócio ainda é predominantemente masculino. Como tem sido a receptividade dos líderes homens em relação à expansão dos comitês femininos?
- De que forma a coordenação trabalha para envolver as cooperativas locais e garantir que as ações cheguem até a pequena produtora na ponta?
- Como as lideranças femininas do Paraná têm trocado experiências com outros estados ou com movimentos nacionais?
- Como você avalia a participação das jovens mulheres? O que tem sido feito para atrair a nova geração para a liderança do agro e das cooperativas?
- Se você pudesse deixar uma única mensagem para uma mulher paranaense que tem o desejo de liderar, mas ainda sente medo do julgamento ou da falta de espaço, qual seria?
- Qual o legado que a Ivete Schoffen quer deixar para a história do cooperativismo e do protagonismo feminino no Paraná?