|| Empresária rondonense Geovana da Silva Krause, presidente da Acimacar: reeleição, resultados gestão 2025, projeções para 2026 (...)

11 de Abril de 2026

Ouça a entrevista

O jornalista Harto Viteck conduziu esta entrevista para o quadro "A Personalidade da Semana" (Rádio Difusora do Paraná). O conteúdo também compõe o acervo do Projeto Memória Rondonense-Oeste Paranaense, do qual Viteck é coordenador.

O programa foi ao ar em 11 de abril de 2026, sendo reapresentado no dia posterior.

A pauta contemplou os seguintes pontos:

 

  1. Reeleição à presidência da Acimacar – 07 de abril
     1.1. Qual foi a recondução completa da diretoria da gestão?
     

  2. Com se deu o teu ingresso no quadro diretivo da Acimacar?
     

  3. A inserção de uma mulher no mais alto cargo diretivo de uma entidade de classe empresarial, como a Acimacar, predominantemente masculina, exige que combinação?
     

  4. Você é uma voz ativa e uma liderança feminina. Como sua visão pessoal influenciou e continuará fazendo isso na gestão da Acimacar?
     

  5. Quais são os principais pilares que sustentam a atual gestão e como eles se alinham às necessidades dos empresários rondonenses? Quais os resultados alcançados?
     

  6. Quais serão os enfoques para a tua gestão 2026?
     

  7. Qual é o status atual das demandas e sugestões formuladas na Agenda Institucional entregue pela Acimacar à atual administração de Marechal Cândido Rondon?

 

  1. Ao longo de sua existência, a Acimacar esteve muito atenta a sua estruturação física, o que culminou com a construção de sua sede à Avenida Rio Grande do Sul. Projeta-se algo novo neste contexto?
     

  2. Como estão os funcionamentos dos núcleos representativos dentro da Acimacar? Pergunto, em vista que o Núcleo da Rua Santa Catarina que se auto extinguiu e ficou somente na lembrança?
     

  3. A Acimacar historicamente se destacou pelo protagonismo em grandes causas de Marechal Cândido Rondon. No entanto, há uma percepção em parte da sociedade de que esse ímpeto de liderança política e institucional diminuiu nos últimos anos. Como a entidade avalia essa percepção? Houve, de fato, uma mudança de estratégia na atuação da associação?

 

  1.  Diante da percepção de uma certa estagnação no ritmo de expansão econômica de Marechal Cândido Rondon, como a Acimacar tem monitorado esse cenário e quais ações estratégicas que constam no radar da entidade para reativar e fomentar o desenvolvimento local?

 

  1.  Como a Acimacar visualiza o seu legado e evolução na próxima década? Quais são as metas prioritárias para os próximos 5 anos e como elas pavimentam o caminho para os 10 anos?

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