|| Pastor Elton Rost, capelão do Colégio Luterano Rui Barbosa: trajetória, os desafios da missão pastoral e a função de capelão, o impacto da capelania no dia a dia de alunos, pais

08 de Maio de 2026

Ouça a entrevista

 

Conduzida pelo jornalista Harto Viteck, da Rádio Difusora do Paraná e coordenador do Projeto Memória Rondonense, esta entrevista integra o quadro "A Personalidade da Semana" da emissora.. Originalmente transmitido em 09 de 2026, com reprise no dia seguinte, o conteúdo agora compõe o acervo de entrevistas da Rádio Difusora e do projeto referenciado..

Estes foram os pontos centrais da conversa:
 

  1. Origens – pastor Elton pelo pastor Elton

 

  1. Em que circunstâncias e motivos veio para Marechal Cândido Rondon?

 

  1. O convite para ser capelão do Colégio Luterano Rui Barbosa como chegou?

 

  1. Algum motivo especial para a reinstituição da capelania no Colégio?

 

  1. Como surgiu a figura no capelão no contexto histórico mundial?

 

 

  1. Para exercer a função de capelão numa instituição de ensino, é preciso renunciar ao púlpito ou dá para conciliar as duas coisas?

 

  1. Como o senhor define a natureza da capelania no ecossistema escolar? De que maneira sua atuação equilibra a preservação dos valores confessionais com a necessidade de um suporte humanizado, espiritual e plural aos alunos e colaboradores?

 

  1. A sua permanência no Colégio Luterano Rui Barbosa como capelão é uma função diária. Como ela se alinha?

 

  1. É altamente notável em nossos educandários, que cada vez é preciso lidar com crises de ansiedade e depressão de alunos, professores e funcionários, em muitos casos decorrentes de conflitos familiares. De que maneira a capelania escolar contribui para a saúde emocional e o suporte psicossocial dos alunos, professores funcionários e pais de alunos em momentos de crise?

 

  1. Qual é o papel do capelão escolar na prevenção do bullying e na promoção de uma cultura de paz na instituição de ensino?

 

  1. O capelão deve ser, antes de tudo, um bom ouvinte e por quais razões?

 

  1. Penso que capelão costuma ser um confidente. Como o senhor lida com o sigilo de confissões quando ela envolve dilemas que a coordenação pedagógica também precisaria saber?

 

  1. Como a intervenção do capelão, enquanto interlocutor qualificado, contribui para a restauração da dinâmica familiar e para o fortalecimento do vínculo afetivo entre pais e alunos?

 

  1. Como você define o papel do capelão no acolhimento de professores e funcionários em momentos de fragilidade, garantindo um espaço de escuta segura e suporte emocional?

 

  1. Como a capelania escolar pode atuar de forma interconfessional para promover o respeito à diversidade religiosa e cultural?

 

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