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A entrevista foi conduzida pelo jornalista Harto Viteck, colaborador da Rádio Difusora do Paraná e coordenador do Projeto Memória Rondonense-Oeste Paranaense. Produzida para o quadro "A Personalidade da Semana", o contéudo também é parte do acervo do referido projeto.
O conteúdo foi transmitido originalmente pela emissora em 28 de fevereiro de 2026, com reapresentação no dia seguinte.
A pauta abrangeu, entre outros tópicos, os seguintes pontos:
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Em que contexto nasceu o livro “Educar: um ato consciente?
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Por que a arte de educar uma criança ou adolescente sempre deve ser um ato consciente?
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Educar filhos nunca foi uma tarefa simples. Mas me parece que até a década de 1980, a educação dos filhos estava baseada em conceitos tradicionais, muitos deles de orientações religiosas em vigor há bastante tempo. Parece que naqueles tempos era mais fácil educar os filhos.
No atual cenário globalizado e hiper conectado, os desafios ganharam novas camadas de complexidade Qual é a maior queixa dos pais atualmente para educar seus filhos?
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Muitos pais oscilam entre o autoritarismo de antigamente e uma permissividade excessiva hoje. Onde está a linha tênue, o equlibrio, que separa o limite saudável da punição excessiva?
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Muito se fala sobre o "tempo de tela", pais se queixando não consigo tirar meu filho do celular. Parece-me que não estamos no fim da linha com esse enorme desafio. Ao contrário, o problema está crescendo. Hoje, qual é a maior dificuldade que os pais relatam sobre a tecnologia?
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Outro dilema: pais que acham que nunca estão fazendo o suficiente para os filhos, tem uma excessiva proteção em relação a eles, a ponto de ameaçar professores, funcionários, ou quem que for de levá-los à Justiça por repreender o filho. Até onde uma atitude dessa dos pais é prejudicial para a boa educação de criança?
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Nota-se que estamos formando um geração de dependentes.Como o suporte excessivo nas rotinas diárias compromete o desenvolvimento da autonomia funcional e a prontidão das crianças para resolver problemas complexos na vida adulta?
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Muitos pais buscam otimizar o tempo dos filhos com agendas repletas de atividades extracurriculares, Quais são as consequências reais para uma geração de crianças que não tem mais tempo para simplesmente brincar e imaginar?"
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Mais uma constatação: nota-se que existe uma pressão invisível para que os pais sejam "perfeitos", e eles cobram isso de si, e dos filhos de serem superdotados de serem os melhores em tudo. Como isso afeta a dinâmica familiar?
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Como estabelecer limites claros sem romper o vínculo de confiança e afeto?
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Qual a diferença entre a disciplina punitiva e a disciplina positiva na visão psicopedagógica?
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Quais são as estratégias de disciplina positiva mais eficazes para corrigir comportamentos sem punições severas?
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Repreender um filho em público, quais as consequências danosas disso?
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De que maneira os pais podem transmitir valores éticos e responsabilidade social de forma prática no dia a dia, além do discurso?
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Como construir um ambiente doméstico que equilibre limites e autonomia para os filhos?








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