Ouça a entrevista
Conduzida pelo jornalista Harto Viteck para o quadro A Personalidade da Semana e para o acervo do Projeto Memória Rondonense-Oeste Paranaense, a entrevista foi ar em 27 de junho de 2026, com reprise no dia seguinte.
Os principais temas abordados foram:
- Origens?
- Motivos para migração para Marechal Cândido Rondon?
- De onde surgiu o apelido "Django"? Ele tem alguma relação com o seu jeito de ser?
- A tua profissão principal é a pintura de residências e construções. Fale um pouco dessa vocação que tem componentes de arte...
- A pintura de residências exige muita paciência e olho para o detalhe. Você costuma trabalhar ouvindo o rádio ou prefere o silêncio para se concentrar?
- Alguma música especial te animava durante a pintura, seja de residência e de outra construção?
- Dizem que o pintor acaba virando um pouco psicólogo dos donos da casa. Você já teve que ajudar algum cliente indeciso com que tintas e cores escolher?
- No futebol, o árbitro é sempre o alvo das pressões de jogadores e torcedores. O que é mais difícil: lidar com uma parede descascada difícil de arrumar ou com um jogador contestando um pênalti aos 45 minutos do segundo tempo?
- Quais qualidades que você usa no campo — como a liderança e o foco — ajudam você no seu dia a dia como pintor ou simplesmente no dia a dia como ser humano?
- Na tua carreira de árbitro, qual foi a partida de futebol de campo de apitar?
- Chegou a negociar com algum dirigente de clube um resultado favorável?
- Se pudesse, quem merece o "cartão vermelho" do João Amaro da Costa?
- Como garçom, o segredo é a simpatia e a rapidez. Qual foi a situação mais inusitada ou engraçada que você já viveu atendendo uma mesa?
- Você já trabalhou como garçom em eventos sociais e políticos de grande relevância em Marechal Cândido Rondon. Quais foram as principais autoridades e artistas que você teve a oportunidade de atender?
- Depois de passar o dia em cima de uma escada pintando, como encontrava energia para passar a noite em pé servindo as pessoas com disposição eum sorriso no rosto?
- Tenho conhecimento de que foi o rondonense que ciceroneou o cantor Raul Seixas quando esteve em Marechal Cândido Rondon para um show em 20 de agosto de 1976. Inclusive que o João Amaro da Costa, a pedido do artista providenciou maconha para ele. O que tem de verdade nisso?
- De retorno a São Paulo, numa entrevista à uma revista paulistana o cantor comentou que ele foi quase linchado em Marechal Cândido Rondon. Isso é fato ou apenas uma narrativa?
- Olhando para trás, qual é o maior orgulho que você tem de ter essa jornada com três caminhos tão distintos? A profissão como pintor, árbitro de futebol e garçon?
- O que a vida te ensinou de melhor até aqui?








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